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terça-feira, 25 de maio de 2021

Engenharia Clínica: a segurança do paciente começa, também, no desenvolvimento e na manutenção de equipamentos

 

Engenharia Clínica: a segurança do paciente começa, também, no desenvolvimento e na manutenção de equipamentos

Não é de hoje que a tecnologia se tornou uma importante aliada a diversos setores e segmentos laborais. No ambiente hospitalar, esse elo se mostra ainda mais imprescindível na Engenharia Clínica, tanto para o gerenciamento de uma unidade quanto para salvar a vida dos pacientes. Os engenheiros clínicos atuam no desenvolvimento, na manutenção e montagem de equipamentos e programas para realização de diagnósticos e tratamentos realizados pelos profissionais da saúde. Também realizam compras de aparelhos e participam da elaboração de pesquisas científicas sobre materiais e instrumentos biomédicos.

O Hospital Estadual Leonardo Da Vinci (Helv), unidade da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) administrada pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), conta com um grande parque tecnológico. Ainda que seja uma unidade de referência, o hospital passa por regulação exigente e pelo olhar atento dos profissionais da Engenharia Clínica, que se debruçam na avaliação de novos equipamentos com objetivo de encontrar soluções para melhor atender aos pacientes.

Ainda que seja uma unidade de referência, o hospital passa por regulação exigente e pelo olhar atento dos profissionais da Engenharia Clínica

“A segurança do paciente é um objetivo sempre a ser melhorado nos ambientes hospitalares. A avaliação das condições ambientais, a utilização correta das tecnologias em saúde e os procedimentos clínicos e cirúrgicos adequados são propósitos que necessitam de grande atenção que ajudam na minimização dos riscos ao paciente, por isso, sempre estamos fazendo manutenções preventivas e corretivas”, explica o engenheiro clínico do Helv, Wilton Lucena, de 49 anos.

Montar um hospital do zero

Atuando na área há 11 anos, e há pouco mais de um ano no Leonardo Da Vinci, Lucena chegou para equipar o hospital do zero. Com o avanço da pandemia da Covid-19 pelo Brasil, medidas de prevenção e de administração dos leitos hospitalares se tornaram cada vez mais essenciais.

“Foi muito desafiador fazer isso em um momento pandêmico. Existe a Engenharia Clínica antes da pandemia e a de depois, onde temos que priorizar a qualidade e as funcionalidades da infraestrutura que são essenciais para proporcionar um atendimento de alto padrão e conforto em um momento tão difícil como este”, pontua o engenheiro.

Gerir os equipamentos biomédicos, manter funcionais os aparelhos e dar suporte a equipes médicas com inovações e a melhor aplicabilidade dos instrumentos e acessórios são as funções da área de Engenharia Clínica

Medicina e Engenharia Clínica são duas áreas que caminham juntas. Esta faz a gestão de todo o parque de equipamentos que auxilia a equipe médica, desde o mais simples procedimento ao mais complexo tratamento – seja um exame de rotina ou uma cirurgia, o sucesso depende dos aparelhos hospitalares operando de forma adequada.

Uma das ações nessa pandemia foi preparar o parque para esse quadro, por causa da rápida propagação do coronavírus. Wilton conta que, em um curto espaço de tempo, ele e mais dois profissionais começaram a estruturar a unidade em março do ano passado.

“A intenção foi colocar o conhecimento e a tecnologia a serviço da saúde de forma rápida. Os equipamentos começavam a chegar, eram montados e dispensados para as áreas; diferente de hoje em dia, onde temos uma equipe de dez pessoas e estamos mais consolidados com todos os equipamentos catalogados no sistema. É uma experiência muito gratificante para todos nós ver a coisa toda acontecendo”, diz Lucena.

Débora Morais - Ascom Helv - Texto
Débora Morais e Tatiana Fortes - Fotos

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